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Sorriso: Autor da morte de segurança da Por do Sol é condenado a 26 anos

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No último dia 13 ocorreu  o julgamento Marcelo Viturião Carvalho, 23 anos, no Fórum de Sorriso.

Marcelo foi condenado pelo assalto  e pela  morte do segurança da  empresa Por do Sol, Clair Vieira Grando, 37 anos, fato ocorrido   ocorrido no dia 7 de agosto de 2015, por volta das 09h30min, na Praça da Juventude, no centro de Sorriso.

Além de Marcelo Viturião Carvalho, no crime houve a participação efetiva do menor L.F.M. de C., que chegaram  ao local do crime em uma  motocicleta e,  quando  o segurança  seguia  de uma extremidade  da praça  a outra, se dirigindo a uma agência do Banco do Brasil com um  malote da  empresa, Marcelo e o menor  se  apoderaram do malote  e em seguida dispararam contra  Grando  com uma arma de fogo. Clair Grando  caiu na calçada e  mesmo socorrido, logo veio a óbito devido a gravidade dos ferimentos.

clairgrando
Vitima: Clair Vieira Grando

Logo após o   ocorrido, a Policia   Civil deteve  a  dupla em um  hotel da cidade da cidade de Sorriso. Ambos   residiam em Sinop.

Marcelo Viturião Carvalho, além da pratica do assalto foi condenado por  corrupção do menor L.F.M. de C., de 17 (dezessete) anos,  onde praticaram o crime  do  roubo e por tráfico de  drogas.

 O Júri de Marcelo  imputou-lhe a   uma pena de 26 anos: “será infligida ao acusado pena privativa de liberdade correspondente a 26 (vinte e seis) anos de reclusão, decorrente da condenação pela prática dos delitos preconizados no art. 33 ‘caput’ da Lei n.º 11.343/2006, art. 157”

“Efetivamente, como forma de prestar reverência a regra preconizada no art. 33, § 3.º do Código Penal, levando-se por linha de estima a idéia de que a atividade criminosa compreendeu a prática de três infrações penais (tráfico de drogas, latrocínio e corrupção de menores), executadas em contexto que revela o uso de grave ameaça, caracterizada pela utilização ostensiva de uma arma de fogo, resultando em morte da vítima (laudo de exame de corpo de delito, fls. 156/158), ESTABELEÇO, para fins de cumprimento da sanção penal infligida, o regime FECHADO, inicial.”

“Deixo de concretizar à substituição da pena privativa de liberdade aplicada por pena restritiva de direitos, visto que a sanção penal, concretamente cominada, excedeu os limites máximos preconizados na norma de regência. De idêntica forma, em hipóteses factuais desta estirpe, penso que também não se afigura viável proceder-se a suspensão condicional da pena”.

MTnoticias.net

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3 COMENTÁRIOS

  1. Jaque, a Lei não é falha. Temos leis demais…
    O que falta é critério e coragem para aplicar.
    O lazarento rouba e mata em 2015, só em 2016 ele é condenado, o menor que estava junto é praticamente imune e o pior é que “se” ambos realmente ficarem presos, saem de lá piores… tah tudo bagunçado…

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